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E-BOOK PROTEÇÃO CHOQUES ELÉTRICOS
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E-BOOK DE REFRIGERAÇÃO INDUSTRIAL
E-BOOKS E APOSTILAS DE ATERRAMENTO ELÉTRICO
E-BOOKS E APOSTILAS DE DIMENSIONAMENTO ELÉTRICO
E-BOOKS E APOSTILAS DE CORREÇÃO FATOR DE POTÊNCIA
E-BOOK DE ELETROMAGNETISMO PARA ENGENHEIROS
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E-BOOKS DE ESTATÍSTICAS E PROBABILIDADE PARA ENGENHEIROS
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BÔNUS 1 – KIT VIRTUAL ELETROTÉCNICA

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Coletânea Eletrotecnica 3

MÓDULO FUNDAMENTOS DA ELETRICIDADE

ELETROTÉCNICA BÁSICA
CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA ELETRICIDADE
MATÉRIA
CIRCUITO ELÉTRICO
GRANDEZAS ELÉTRICAS
LEI DE OHM
CÁLCULO DE TENSÃO
CÁLCULO DE RESISTÊNCIA
CÁLCULO DE CORRENTE
EFEITOS DO CHOQUE ELÉTRICO
RESISTIVIDADE
ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES
LIGAÇÃO DE RESISTORES
CIRCUITO EM SÉRIE
CIRCUITO EM PARALELO
CIRCUITO MISTO
LEI DE KIRCHHOFF
APLICAÇÃO DA LEI DE OHM E KIRCHHOFF
POTÊNCIA EM C.C.
POTÊNCIA PERDIDA
POTÊNCIA EM REDE
TRABALHO MECÂNICO
MAGNETISMO
LINHA NEUTRA
DENSIDADE MAGNÉTICA
ELETROMAGNETISMO
CAMPO MAGNÉTICO DO CONDUTOR RETILÍNEO
CAMPO MAGNÉTICO DA ESPIRA
SOLENÓIDE
FORÇA MAGNETO-MOTRIZ
CORRENTE ALTERNADA
CORRENTE ALTERNADA E TENSÃO MONOFÁSICA
RESISTÊNCIA EM CORRENTE ALTERNADA

MÓDULO DEFASAGEM ENTRE CORRENTE E TENSÃO

CIRCUITO SÉRIE DA CA
CIRCUITO PARALELO DE CA
CORRENTE ALTERNADA E TENSÃO TRIFÁSICA
CIRCUITO ESTRELA OU Y
CIRCUITO TRIÂNGULO OU DELTA
POTÊNCIA NOS CIRCUITOS DE CA
EXERCÍCIOS

MÓDULO ELETRICIDADE BÁSICA

ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES E DIVISORES DE TENSÃO E CORRENTE
LEIS DE KIRCHHOFF
ELETROMAGNETISMO
ELETROSTÁTICA
PRINCÍPIOS DE CORRENTE ALTERNADA
CIRCUITOS BÁSICOS DE CORRENTE ALTERNADA RLC
POTÊNCIA EM CORRENTE ALTERNADA
EXERCÍCIOS

MÓDULO COMANDOS ELÉTRICOS

INTRODUÇÃO AO ELETROMAGNETISMO
MÁQUINAS ELÉTRICAS
SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA
TRANSFORMADORES
MOTORES DE CC
MOTORES DE CA
PARTIDA DE MOTORES
INSTALAÇÕES ELÉTRICAS
ATERRAMENTO ELÉTRICO
CHOQUE ELÉTRICO
PROTEÇÃO CONTRA DESCARGAS ATMOSFÉRICAS
COMANDOS ELÉTRICOS
DISPOSITIVOS DE MANOBRA E PROTEÇÃO
ACIONAMENTOS ELÉTRICOS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MÓDULO ACIONAMENTO DE MÁQUINAS

MOTORES DC E AC
MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA (DC)
MOTORES DE CORRENTE ALTERNADA (AC)
COMPONENTES ESTÁTICOS
O DIODO
TIRISTOR – SCR (RETIFICADOR CONTROLADO DE SILÍCIO)
O TRIAC
O TRANSISTOR DE POTÊNCIA
SOFT-STARTER
INTRODUÇÃO
FUNCIONAMENTO
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS E FUNÇÕES
INVERSOR DE FREQÜÊNCIA
INTRODUÇÃO
INVERSOR DE FONTE DE CORRENTE
MÉTODOS DE CONTROLE DOS INVERSORES DE FREQÜÊNCIA DO TIPO PWM
CONTROLE ESCALAR
CONTROLE VETORIAL
CARACTERÍSTICAS DOS MOTORES DE INDUÇÃO ACIONADOS COM INVERSORES DE FREQÜÊNCIA
BIBLIOGRAFIA

MÓDULO MATERIAIS E EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS

MÁQUINAS ELÉTRICAS ROTATIVAS
NOÇÕES GERAIS SOBRE MOTORES ELÉTRICOS
MOTORES DE CORRENTE ALTERNADA
DEFEITOS NAS LIGAÇÕES DOS MOTORES DE C.A.
DEFEITOS INTERNOS NOS MOTORES ASSÍNCRONOS
ALTERNADORES
NOÇÕES SOBRE ALTERNADORES
ALTERNADORES COM INDUTOR (ROTOR) DE PÓLOS SALIENTES
ALTERNADOR COM INDUTOR DE PÓLOS NÃO SALIENTES
FUNCIONAMENTO DO ALTERNADOR
MOTOR SÍNCRONO TRIFÁSICO
GERADOR DE CORRENTE CONTÍNUA
DÍNAMO
MOTOR DE CORRENTE CONTÍNUA
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
TIPOS DE MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA
INSTALAÇÕES DE MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA
DEFEITO NAS LIGAÇÕES DOS MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA
DEFEITOS INTERNOS NOS MOTORES DE CORRENTE CONTÍNUA
TRANSFORMADOR
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
TRANSFORMADORES COM MAIS DE UM SECUNDÁRIO
RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO
TIPOS DE TRANSFORMADOR QUANTO A RELAÇÃO DE TRANSFORMAÇÃO
RELAÇÃO DE POTÊNCIA EM TRANSFORMADORES
POTÊNCIA EM TRANSFORMADORES COM MAIS DE UM SECUNDÁRIO
TRANSFORMADOR TRIFÁSICO
ACESSÓRIOS DO TRANSFORMADOR
RESFRIAMENTO DOS TRANSFORMADORES
TRANSFORMADORES A ÓLEO
LIGAÇÃO ZIGUEZAGUE
ATERRAMENTO
ESCOLHA DO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
CONEXÃO COM TERMINAIS
SOLDA DE CABO À HASTE DE ATERRAMENTO
DETERMINAÇÃO DO QUE ATERRAR
UTILIZAÇÃO DO NEUTRO COMO CONDUTOR DE PROTEÇÃO
CONDIÇÕES PARA USO DO NEUTRO NO ATERRAMENTO
CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS
SISTEMA DE ATERRAMENTO
VALOR DA TENSÃO EM SISTEMAS DE BAIXA TENSÃO
PÁRA-RAIOS PREDIAIS
ELETRICIDADE ATMOSFÉRICA
O PÁRA-RAIOS E SUA ATUAÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS PÁRA-RAIOS
PÁRA-RAIOS COMUM
PÁRA-RAIOS IONIZANTES
RESISTÊNCIA DE TERRA
QUADRO DE DISTRIBUIÇÃO
QUADROS DE LUZ
QUADROS GERAIS DE FORÇA
QUADROS DE COMANDO E CONTROLE
DISJUNTORES
CAPACITOR
CAPACIDADE DE UM CAPACITOR
ENERGIA POTENCIAL NO CAPACITOR
CONSTANTE DIELÉTRICA
CAPACITOR PLANO
CAPACIDADE EQUIVALENTE A UMA ASSOCIAÇÃO DE CAPACITORES
ASSOCIAÇÃO EM SÉRIE DE CAPACITORES
ASSOCIAÇÃO EM PARALELO DE CAPACITORES
CAPACITORES UTILIZADOS PARA CORREÇÃO DE FATOR DE POTÊNCIA
FATOR DE POTÊNCIA E SEUS EFEITOS
INTERRUPTOR DE CORRENTE DE FUGA
RELÉS DE TEMPO
LÂMPADAS
CLASSIFICAÇÃO
VIDA ÚTIL E RENDIMENTO LUMINOSO NAS LÂMPADAS
EMPREGO DE IGNITORES
LUMINÁRIAS
SEGURANÇA FUSÍVEIS TIPO NH E DIAZED
AS CARACTERÍSTICAS DOS FUSÍVEIS TIPO DIAZED E NH
CHAVES AUXILIARES TIPO BOTOEIRA
RELÉS TÉRMICOS
CONTATORES
EXERCÍCIOS

MÓDULO MANUAL DE CORREÇÃO DE FP

LEGISLAÇÃO ATUAL
FATOR DE POTÊNCIA
CONCEITOS BÁSICOS
CONSEQÜÊNCIAS E CAUSAS DE UM BAIXO FATOR DE POTÊNCIA
PERDAS NA INSTALAÇÃO
QUEDAS DE TENSÃO
SUBUTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA
PRINCIPAIS CONSEQÜÊNCIAS
CAUSAS DO BAIXO FATOR DE POTÊNCIA
ONDE CORRIGIR O BAIXO FATOR DE POTÊNCIA
VANTAGENS DA CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA
MELHORIA DA TENSÃO
REDUÇÃO DAS PERDAS
VANTAGENS DA EMPRESA
VANTAGENS DA CONCESSIONÁRIA
CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA EM BAIXA TENSÃO
TIPOS DE CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA
PROJETO DA CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA
LEVANTAMENTO DE DADOS
EMPRESA EM PROJETO
DETERMINAÇÃO DA POTÊNCIA REATIVA CAPACITIVA
DIMENSIONAMENTO DA POTÊNCIA REATIVA CAPACITIVA PARA A CORREÇÃO DO TRANSFORMADOR
CÁLCULO DA CAPACITÂNCIA DO CAPACITOR
CÁLCULO DA CORRENTE DO CAPACITOR PARA DIMENSIONAR OS CONTATORES
PROTEÇÕES CONTRA CURTO-CIRCUITO
CONDUTORES
DIMENSIONAMENTO DA POTÊNCIA REATIVA CAPACITIVA PARA A CORREÇÃO LOCALIZADA
DIMENSIONAMENTO DA POTÊNCIA REATIVA PARA BANCOS AUTOMÁTICOS
CORREÇÃO DO FATOR DE POTÊNCIA EM REDES COM HARMÔNICAS
ORIGEM DAS HARMÔNICAS
CLASSIFICAÇÃO DAS HARMÔNICAS
CARGAS NÃO LINEARES
PROBLEMAS CAUSADOS PELAS HARMÔNICAS
FATOR DE POTÊNCIA COM HARMÔNICAS
FATOR DE POTÊNCIA REAL
FATOR DE POTÊNCIA DE DESLOCAMENTO
MEDIÇÕES
EFEITOS DA RESSONÂNCIA
PROTEÇÕES CONTRA HARMÔNICAS
CUIDADOS NA APLICAÇÃO DE CAPACITORES
INTERPRETAÇÃO DOS PRINCIPAIS PARÂMETROS DOS CAPACITORES
CUIDADOS NA INSTALAÇÃO DE CAPACITORES
LOCAL DA INSTALAÇÃO
LOCALIZAÇÃO DOS CABOS DE COMANDO
CUIDADOS NA INSTALAÇÃO LOCALIZADA
MANUTENÇÃO PREVENTIVA
PERIODICIDADE E CRITÉRIOS PARA A INSPEÇÃO
PRINCIPAIS CONSEQÜÊNCIAS DA INSTALAÇÃO INCORRETA DE CAPACITORES
CAPACITORES EM INSTALAÇÕES ELÉTRICAS COM FONTE DE ALIMENTAÇÃO ALTERNATIVA (GRUPO GERADOR)
APLICAÇÃO DE CONTATORES PARA MANOBRAS DE CAPACITORES
ANEXO A – TABELA DO FATOR MULTIPLICADOR
ANEXO B – TABELA PARA CORREÇÃO DE MOTORES – LINHA STANDARD
ANEXO C – TABELA PARA CORREÇÃO DE MOTORES – LINHA PLUS
ANEXO D – TABELA PARA CORREÇÃO DE TRANSFORMADORES
ANEXO E – TABELA DE FIOS E CABOS
ANEXO F – ESQUEMA DE CORREÇÃO PARA CHAVE DE PARTIDA DIRETA
ANEXO G – ESQUEMA DE CORREÇÃO PARA CHAVE DE PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO I
ANEXO H – ESQUEMA DE CORREÇÃO PARA CHAVE DE PARTIDA ESTRELA-TRIÂNGULO II
ANEXO I – ESQUEMA DE CORREÇÃO PARA CHAVE DE PARTIDA COMPENSADORA
ANEXO J – ESQUEMA DE CORREÇÃO PARA CHAVE DE PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO I
ANEXO K – ESQUEMA DE CORREÇÃO PARA CHAVE DE PARTIDA ESTRELA SÉRIE-PARALELO II
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MÓDULO METROLOGIA ELÉTRICA

CONCEITO
LABORATÓRIO DE METROLOGIA
METROLOGIA
FINALIDADE DO CONTROLE
MEDIÇÃO
MÉTODO, INSTRUMENTO E OPERADOR
LABORATÓRIO DE METROLOGIA
NORMAS GERAIS DE MEDIÇÃO
RECOMENDAÇÕES
UNIDADES DIMENSIONAIS LINEARES
UNIDADES DIMENSIONAIS
UNIDADES DIMENSIONAIS LINEARES
UNIDADES NÃO OFICIAIS
RÉGUA GRADUADA – TIPOS E USOS – GRADUAÇÕES DA ESCALA
GRADUAÇÕES DA ESCALA – SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO
GRADUAÇÕES DA ESCALA – SISTEMA MÉTRICO DECIMAL
EXERCÍCIO DE LEITURA – RÉGUA GRADUADA
PAQUÍMETRO – PRINCÍPIO DO VERNIER – TIPOS E USOS – ERROS DE MEDIÇÃO E LEITURA
PAQUÍMETRO
PRINCÍPIO DO NÔNIO
MEDIR DIÂMETROS EXTERNOS
PAQUÍMETRO – SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO
USO DO VERNIER (NÔNIO)
EXERCÍCIO DE LEITURA PAQUÍMETRO – (SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO APROXIMAÇÃO 1/128″)
EXERCÍCIO DE DIÂMETROS EXTERNOS – PAQUÍMETRO (SISTEMA INGLÊS ORDINÁRIO APROXIMAÇÃO 1/128″)
PAQUÍMETRO – SISTEMA MÉTRICO DECIMAL
LEITURA DA ESCALA FIXA
EXERCÍCIO – LEITURA DO PAQUÍMETRO (SISTEMA MÉTRICO DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,05MM)
EXERCÍCIO DE LEITURA DE DIÂMETROS EXTERNOS – PAQUÍMETRO (SISTEMA MÉTRICO DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,05MM)
EXERCÍCIO DE LEITURA – PAQUÍMETRO (SISTEMA MÉTRICO DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,02MM)
EXERCÍCIO DE LEITURA DE DIÂMETROS EXTERNOS – PAQUÍMETRO (SISTEMA MÉTRICO DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,02MM)
PAQUÍMETRO – SISTEMA INGLÊS DECIMAL
EXERCÍCIO DE LEITURA – PAQUÍMETRO (SISTEMA INGLÊS DECIMAL APROXIMAÇÃO 0.001″)
EXERCÍCIO DE LEITURA DE DIÂMETROS EXTERNOS – PAQUÍMETRO (SISTEMA INGLÊS DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,001″)
MICRÔMETROS – NOMENCLATURA, TIPOS E USOS
MICRÔMETRO
CARACTERÍSTICAS DO MICRÔMETRO
MEDIR DIÂMETROS EXTERNOS (MICRÔMETRO)
PROCESSO DE EXECUÇÃO
MICRÔMETRO – SISTEMA INGLÊS DECIMAL
EXERCÍCIO DE LEITURA – MICRÔMETRO (SISTEMA INGLÊS DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,001″)
EXERCÍCIO DE LEITURA DE DIÂMETROS EXTERNOS – MICRÔMETRO (SISTEMA INGLÊS DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,001″)
MICRÔMETRO – SISTEMA MÉTRICO DECIMAL
EXERCÍCIO DE LEITURA – MICRÔMETRO (SISTEMA MÉTRICO DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,001″)
EXERCÍCIO DE LEITURA DE DIÂMETROS EXTERNOS – MICRÔMETRO (SISTEMA MÉTRICO DECIMAL APROXIMAÇÃO 0,01″)
TERMÔMETRO
INTRODUÇÃO
CONCEITO DE TEMPERATURA
ESCALAS DE TEMPERATURA
MEDIDORES DE TEMPERATURA
EXERCÍCIOS
INSTRUMENTOS MEDIDORES DE PRESSÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS SISTEMAS DE MEDIÇÃO DE PRESSÃO E VÁCUO
MEDIDORES DE PRESSÃO MECÂNICOS
MEDIDORES DE PRESSÃO ELÁSTICOS
MEDIDORES DE PRESSÃO ELÉTRICOS
MEDIDORES DE PRESSÃO POR IONIZAÇÃO
TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS
EXERCÍCIO DE TRANSFORMAÇÃO DE MEDIDAS
TACÔMETRO

MÓDULO PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTES E DIMENSIONAMENTO DOS CONDUTORES

NORMA TÉCNICA
ABNT
AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE
LEGISLAÇÃO
NORMAS REGULAMENTADORAS (NR) SSMT/MTB
RESOLUÇÃO Nº 456/00 – ANEEL/MME
LEI FEDERAL Nº 8078/90 – CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR (CDC)
LEI MUNICIPAL Nº 11228 DE 25/06/92 (CÓDIGO DE OBRAS – SP)
PROTEÇÃO CONTRA SOBRECORRENTES
CORRENTE NOMINAL
SOBRECARGA
CURTO-CIRCUITO
COORDENAÇÃO
SELETIVIDADE
DEFINIÇÕES
SOBRECORRENTE
CORRENTE DE SOBRECARGA
CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO
CORRENTE DE PROJETO
EXEMPLOS
CORRENTE DE PROJETO
CORRENTE DE SOBRECARGA
CORRENTE DE CURTO-CIRCUITO
CONDUTORES
TERMINOLOGIA
CAPACIDADE DE CONDUÇÃO DE CORRENTE (IZ)
MÁXIMAS TEMPERATURAS ADMISSÍVEIS (ºC).
TEMPERATURA NO CONDUTOR EM FUNÇÃO DA CORRENTE
CRITÉRIOS PARA DIMENSIONAMENTO DE CONDUTORES
DISJUNTOR
UM SISTEMA MECÂNICO PARA ABRIR/FECHAR O CIRCUITO EM CORRENTE NOMINAL
UM BIMETÁLICO PARA PROTEGER CONTRA AS SOBRECARGAS
UMA BOBINA PARA ATUAR OS CURTOS-CIRCUITOS
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS-DISJUNTOR
CORRENTE NOMINAL (IN)
CORRENTE CONVENCIONAL DE NÃO ATUAÇÃO (INT)
CORRENTE CONVENCIONAL DE ATUAÇÃO
TEMPO CONVENCIONAL
TEMPERATURA DE CALIBRAÇÃO
CURVAS DE DISPARO
TENSÃO NOMINAL (EU)
CAPACIDADE DE INTERRUPÇÃO (ICN)
NORMAS TÉCNICAS
ESPECIFICAÇÃO
DIMENSIONAMENTO
PROTEÇÃO / COORDENAÇÃO
SOBRECARGA
CURTO-CIRCUITO
SELETIVIDADE

MÓDULO QUALIDADE DE ENERGIA FUNDAMENTOS BÁSICOS

EXERCÍCIOS PROPOSTOS DE MÁQUINAS SÍNCRONAS
QUALIDADE DA ENERGIA
O CONTROLE DA QUALIDADE DA ENERGIA ELÉTRICA
CONTINUIDADE DE FORNECIMENTO
EVOLUÇÃO DO DESEMPENHO DA CONTINUIDADE
COMENTÁRIOS
TERMOS E DEFINIÇÕES
CAUSAS DOS DISTÚRBIOS
TIPOS DE DISTÚRBIOS
TRANSITÓRIOS
TRANSITÓRIO IMPULSIVO
TRANSITÓRIO OSCILATÓRIO
VARIAÇÕES DE LONGA DURAÇÃO NA TENSÃO
SOBRETENSÃO
SUBTENSÃO
INTERRUPÇÕES SUSTENTADAS
VARIAÇÕES DE TENSÃO DE CURTA DURAÇÃO
INTERRUPÇÕES DE CURTA DURAÇÃO
AFUNDAMENTO DE TENSÃO
ELEVAÇÃO DE TENSÃO
DESEQUILÍBRIO DE TENSÃO
DISTORÇÃO DA FORMA DE ONDA
MOTORES DE INDUÇÃO
BANCOS DE CAPACITORES
MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA
DISPOSITIVOS DE PROTEÇÃO
INTERHARMÔNICOS
NOTCHING
RUÍDO
FLUTUAÇÃO DE TENSÃO
VARIAÇÕES NA FREQÜÊNCIA DO SISTEMA
AVALIAÇÃO ECONÔMICA DA QUALIDADE DE ENERGIA
IMPACTOS ECONÔMICOS DA QUALIDADE DA ENERGIA
ESTIMANDO OS CUSTOS PARA VARIAÇÕES DA QUALIDADE DA ENERGIA
DESENVOLVENDO A ANÁLISE ECONÔMICA COMPARATIVA
MEDIÇÕES E MONITORAMENTO DA QUALIDADE DA ENERGIA
TESTES LABORATORIAIS PARA A QUALIDADE DA ENERGIA
CARACTERIZAÇÃO DE EVENTOS DA QUALIDADE DA ENERGIA UTILIZANDO FERRAMENTAS COMPUTACIONAIS MODERNAS
SOFTWARES PARA A SIMULAÇÃO DE FENÔMENOS RELACIONADOS Á QEE
AFUNDAMENTO DE TENSÃO
ELEVAÇÃO DE TENSÃO
INTERRUPÇÃO
RUÍDO
OSCILAÇÃO TRANSITÓRIA
FERRAMENTAS DE ANÁLISE PARA A QEE
ANÁLISE DOS DISTÚRBIOS UTILIZANDO A TRANSFORMADA DE FOURIER JANELADA
A TRANSFORMADA WAVELET
ANÁLISE DA QUALIDADE DE ENERGIA PELA TW
ANÁLISE DE RESOLUÇÕES MÚLTIPLAS
UMA VISÃO GERAL DO TRABALHO
O SISTEMA ELÉTRICO EM ANÁLISE
A CLASSIFICAÇÃO DOS FENÔMENOS POR RNAS
TÉCNICAS DE INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
APLICAÇÃO DE REDES NEURAIS ARTIFICIAIS
ALGORITMOS GENÉTICOS APLICADOS À ESTIMAÇÃO DE COMPONENTES HARMÔNICOS EM UM SEP
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

MÓDULO MOTORES E GERADORES

MOTORES DIESEL
PRINCÍPIOS DE FUNCIONAMENTO
MOTOR DE QUATRO TEMPOS
MOTOR DE DOIS TEMPOS
TEORIA DO MOTOR
DEFINIÇÃO DE POTÊNCIAS
CONSUMO DE COMBUSTÍVEL E RENDIMENTO TÉRMICO
RELAÇÃO AR/COMBUSTÍVEL
RELAÇÃO COMBUSTÍVEL/AR
RENDIMENTO VOLUMÉTRICO
EFEITO DA VELOCIDADE
EFEITO DO TURBO COMPRESSOR
NOVAS TECNOLOGIAS
ENERGIA TÉRMICA DO COMBUSTÍVEL
CORREÇÕES POR INFLUENCIA DE CONDIÇÕES ATMOSFÉRICAS
FATORES DE REDUÇÃO
COMBUSTÃO NO MOTOR DIESEL
TIPOS DE INJEÇÃO
SISTEMA DE INJEÇÃO
COMPONENTES DO SISTEMA DE INJEÇÃO
REGULAÇÃO DE VELOCIDADE
O COMBUSTÍVEL
GASES DE ESCAPE – EMISSÕES
LUBRIFICAÇÃO DO MOTOR DIESEL
FILTROS
ÓLEO LUBRIFICANTE
REFRIGERAÇÃO
SISTEMA DE PARTIDA
BATERIAS
COMPONENTES ELÉTRICOS
MOTORES PARA ANALISE DE DESEMPENHO
POTENCIA MECÂNICA X POTENCIA ELÉTRICA
GRUPO DIESEL-GERADOR
DETERMINAÇÃO DA POTENCIA
CONSUMIDORES ELÉTRICOS
FATOR DE SIMULTANEIDADE
FATOR DE POTENCIA
TIPOS DE CARGA
PARTIDA DE MOTORES DE INDUÇÃO
TIPOS DE CORRENTE – TENSÃO – FREQÜÊNCIA
ALTERNADOR
APLICAÇÕES
NUMERO DE FASES
LIMITAÇÕES
CONCEITOS BÁSICOS SOBRE CORRENTE ALTERNADA
TENSÃO, POTENCIA E FREQÜÊNCIA NO ALTERNADOR
POTENCIA DO ALTERNADOR
RENDIMENTO MECÂNICO DO ALTERNADOR
FREQÜÊNCIA
EXCITAÇÃO
ACOPLAMENTO
ALINHAMENTO
COMPONENTES DE SUPERVISÃO E CONTROLE
INSTALAÇÃO
VIBRAÇÕES
NÍVEIS DE RUÍDO
TANQUE DE COMBUSTÍVEL
CIRCULAÇÃO DE AR
CALCULO DA QUANTIDADE DE AR
AR DE COMBUSTÃO
RADIADOR
GASES DE ESCAPE
CUIDADOS PRINCIPAIS DE OPERAÇÃO
MANUTENÇÃO PREVENTIVA

MÓDULO MAQUINAS SÍNCRONAS

INTRODUÇÃO
ROTOR
ROTOR DE POLOS SALIENTES
ROTOR CILINDRICO OU ROTOR LISO
CONJUNTO DE ESCOVAS E ANÉIS
MÁQUINA SÍNCRONA ELEMENTAR
ANALISE DA MÁQUINA SÍNCRONA
NATUREZA DAS INDUTÂNCIAS NA MAQUINA SÍNCRONA (MS)
INDUTÂNCIA MUTUA ROTOR – ESTATOR
INDUTÂNCIA MÚTUA ESTATOR – ESTATOR
RESUMO DAS INDUTÂNCIAS:
TRANSFORMADAS DE PARK (DQO)
EXPRESSÕES DOS FLUXOS NAS VARIÁVEIS DQO
ANALISE DAS TENSÕES NAS VARIÁVEIS DQO
ANALISE DAMÁQUINA SINCRONA NO ESTADO ESTACIONÁRIO
DIAGRAMA FASORIAL
CONSTRUÇÃO DO DIAGRAMA FASORIAL
GERADOR
MOTOR
CARACTERÍSTICA POTÊNCIA – ÂNGULO NO ESTADO ESTACIONÁRIO
MOTOR SÍNCRONO – PRINCIPIO DE OPERAÇÃO
GERADOR SÍNCRONO – PRINCIPIO DE OPERAÇÃO
POTÊNCIA APARENTE E FATOR DE POTÊNCIA NOMINAIS DO GERADOR SÍNCRONO
DIAGRAMA LIMITE DE OPERAÇÃO ESTÁVEL DO GERADOR
CURVAS “V” DO MOTOR SÍNCRONO
EXERCÍCIOS PROPOSTOS DE MÁQUINAS SÍNCRONAS

MÓDULO MEDIDAS ELÉTRICAS

INTRODUÇÃO
CLASSIFICAÇÃO DOS INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉTRICAS
INSTRUMENTO DE FERRO MÓVEL
INSTRUMENTO DE BOBINA MÓVEL
MEDIÇÃO DE CORRENTE E DE TENSÃO
MEDIÇÃO DE RESISTÊNCIA
MEDIÇÃO DE POTÊNCIA
MEDIDORES DE ENERGIA ELÉTRICA
MEGÔMETRO (MEGGER)
O FREQÜENCÍMETRO
MEDIDOR DE FATOR DE POTÊNCIA
VOLT-AMPERÍMETRO TIPO ALICATE
PRECISÃO DOS INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉTRICAS
CLASSE DE PRECISÃO DOS INSTRUMENTOS
SIMBOLOGIA DOS INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉTRICAS
SIMBOLOGIA QUANTO ÀS UNIDADES DE MEDIDAS
SENSIBILIDADE DOS INSTRUMENTOS DE MEDIDAS ELÉTRICAS
EXERCÍCIOS

MÓDULO CHAVES DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA

SISTEMAS DE BAIXA TENSÃO
FUNÇÕES DO SISTEMA DE TRANSFERÊNCIA AUTOMÁTICA
CHAVES DEDICADAS
PROBLEMAS DA TRANSFERÊNCIA
CHAVES ESTÁTICAS
TRANSFERÊNCIA COM RAMPA DE CARGA

MÓDULO COMO SELECIONAR FUSÍVEIS

FATORES DE SELEÇÃO
CORRENTE NOMINAL DE OPERAÇÃO
TEMPERATURA AMBIENTE
SOBRECARGA DE CORRENTE E DURAÇÃO DO TEMPO EM QUE O FUSÍVEL DEVE ABRIR
TIPO DE AÇÃO

MÓDULO MOTOR DE INDUÇÃO DE CORRENTE ALTERNADA

INTRODUÇÃO
PRINCÍPIOS GERAIS DE OPERAÇÃO
O ESTATOR
O ROTOR
DEFINIÇÕES DE CONJUGADO
CONJUGADO NOMINAL
CONJUGADO MÁXIMO
CONJUGADO DE PARTIDA OU COM ROTOR BLOQUEADO
CONJUGADO MÍNIMO
PRINCÍPIOS GERAIS DE OPERAÇÃO
DESIGNAÇÃO DOS TIPOS DE MOTORES DE INDUÇÃO
TIPO K – CONJUGADO DE PARTIDA NORMAL, CORRENTE DE PARTIDA NORMAL
TIPO KG – ALTO CONJUGADO DE PARTIDA, CORRENTE DE PARTIDA NORMAL
TIPO M – MOTOR DE ROTOR ENROLADO
TIPO KR – ALTO CONJUGADO DE PARTIDA, ALTO ESCORREGAMENTO
TIPO KAF – MOTORES PARA USO COM INVERSORES DE FREQÜÊNCIA
MODIFICAÇÕES DO MOTOR PARA PARTIDA

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BÔNUS 2 – KIT VIRTUAL AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

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Coletânea Eletrotecnica 4

MÓDULO AUTOMAÇÃO BÁSICA

NOÇÕES DE CIRCUITOS LÓGICOS
TÓPICOS DA ÁLGEBRA DE BOOLE
SIMPLIFICAÇÃO DE CIRCUITOS LÓGICOS
MONTAGEM DE CIRCUITOS COM CONDIÇÕES ESTABELECIDAS
PRÍNCIPIO DE CONTROLE SEQUENCIAL E CIRCUITOS BÁSICOS
CONTROLE SEQÜENCIAL
CIRCUITO SEQÜENCIAL
CIRCUITOS BÁSICOS
DIAGRAMAS DE COMANDO
INTRODUÇÃO
INTERTRAVAMENTO DE CONTADORES
SISTEMAS DE PARTIDA DE MOTORES
COMANDO DE UM CONTATOR POR BOTÕES OU CHAVES
REVERSÃO DE ROTAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COM CONTATOR
REVERSÃO DE ROTAÇÃO DE MOTOR TRIFÁSICO COM CONTATOR E CHAVES FIM DE CURSO
PARTIDA COM COMUTAÇÃO AUTOMÁTICA ESTRELA-TRIÂNGULO DE UM MOTOR
PARTIDA AUTOMÁTICA DE MOTOR TRIFÁSICO COM AUTOTRANSFORMADOR
PARTIDA COM MOTOR DE ROTOR BOBINADO COM COMUTAÇÃO DE RESISTÊNCIA
PARTIDA CONSECUTIVA DE MOTORES COM RELÉS TEMPORIZADOS
PARTIDA AUTOMÁTICA E FRENAGEM ELETROMAGNÉTICA DE MOTOR TRIFÁSICO
O CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL
SURGIMENTO DO CONTROLADOR PROGRAMÁVEL
INTRODUÇÃO DA TECNOLOGIA DE CONTROLADORES LÓGICO PROGRAMÁVEIS – PLC – S
ARQUITETURA DO CONTROLADOR PROGRAMÁVEL
PROGRAMAÇÃO DO CONTROLADOR PROGRAMÁVEL
ARQUITETURA DIGITAIS E INTERFACE HOMEM-MÁQUINA
INTRODUÇÃO
SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS “DAS”
SISTEMA SUPERVISÓRIO DE CONTROLE “SPC”
SISTEMA DE CONTROLE DIGITAL DIRETO “DDC”
SISTEMA DE CONTROLE COM CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
SISTEMA DE CONTROLE DIGITAL DISTRIBUÍDO – “SDCD”

MÓDULO FUNDAMENTOS DA AUTOMAÇÃO

AUTOMAÇÃO
OBJETIVOS
AUTOMAÇÃO
CONCEITO
AUTOMAÇÃO E MÃO DE OBRA
AUTOMAÇÃO E CONTROLE
AUTOMAÇÃO E ELETRÔNICA
GRAUS DE AUTOMAÇÃO
FERRAMENTAS MANUAIS
FERRAMENTAS ACIONADAS
QUANTIFICAÇÃO DA ENERGIA
CONTROLE PROGRAMADO
CONTROLE COM REALIMENTAÇÃO NEGATIVA
CONTROLE DA MÁQUINA COM CÁLCULO
CONTROLE LÓGICO DA MÁQUINA
CONTROLE ADAPTATIVO
CONTROLE INDUTIVO
MÁQUINA CRIATIVA
APRENDENDO PELA MÁQUINA
SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
CONCLUSÃO
COMPONENTES
ELETROMECÂNICOS
OBJETIVOS DE ENSINO
INTRODUÇÃO
CHAVE
CONCEITO
POLOS E TERMINAIS
CHAVE LIGA-DESLIGA
CHAVE BOTOEIRA
CHAVE SELETORA
CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
SOLENÓIDE
CONCEITO
SELEÇÃO
TIPOS
RELÉS
DEFINIÇÃO E FUNÇÕES
CARACTERÍSTICAS
APLICAÇÕES
TIPOS DE RELÉS
SELEÇÃO DE RELÉS
TEMPORIZADORES
ATRASO PARA LIGAR
ATRASO PARA DESLIGAR
CONTADORES
CONTAGEM SIMPLES
DOIS CONTADORES
NÚMERO DE PEÇAS
PROTEÇÃO DE CIRCUITOS
FUSÍVEL
DISJUNTOR (CIRCUIT BREAKER)
SÍMBOLOS LÓGICOS
LÓGICA
CONCEITO
LÓGICA DE RELÉ E PROGRAMAS
LÓGICA SEQÜENCIAL
LÓGICA CLP
CONCEITUAÇÃO E EXECUÇÃO
TIPOS DE DOCUMENTOS
DOCUMENTOS LÓGICOS CONCEITUAIS

MÓDULO INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO

INTRODUÇÃO AOS SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
EVOLUÇÃO HISTÓRICA
CONTROLADOR PROGRAMÁVEL X PAINEL DE RELÊS
CONTROLADOR PROGRAMÁVEL X MICROCOMPUTADOR
ALGUNS COMPARATIVOS ENTRE SISTEMAS
ARQUITETURA DO PLC
UNIDADE CENTRAL DE PROCESSAMENTO (CPU)
SISTEMA DE VARREDURA
SISTEMA DE BARRAMENTOS
COMUNICAÇÃO COM OS PERIFÉRICOS DO SISTEMA E OUTROS SISTEMAS
DETECÇÃO DE ERROS
CORREÇÃO DE ERROS
MEMÓRIA
ORGANIZAÇÃO DA MEMÓRIA
INTERFACE DE ENTRADAS E SAÍDAS
DISPOSITIVOS DE ENTRADA/SAÍDA
SENSORES DE TEMPERATURA
LEIS DO CIRCUITO TERMOELÉTRICO
LIMITES DE ERROS DOS TERMOPARES
TERMORESISTÊNCIAS
SENSORES DE LUZ
SENSORES DE VELOCIDADE
SENSORES DE VAZÃO
SENSORES DE POSIÇÃO
CONTROLADORES
TRANSMISSORES, TRANSDUTORES E ATUADORES

MÓDULO INTRODUÇÃO À AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

ELEMENTOS BÁSICOS
DISPOSITIVOS DE CONTROLE
LÓGICA DE RELÊS
SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
CONTROLE DE PROCESSOS
TIPOS DE PROCESSOS
VARIÁVEIS DE PROCESSO
DIAGRAMA DE CONTROLE
COMANDO NUMÉRICO COMPUTADORIZADO (CNC)
CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS (CLP)
AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS
ATUADORES PNEUMÁTICOS
ATUADORES HIDRÁULICOS
ATUADORES ELÉTRICOS

MÓDULO SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL

OBJETIVOS
AUTOMAÇÃO
CONCEITO
AUTOMAÇÃO E MÃO DE OBRA
AUTOMAÇÃO E CONTROLE
AUTOMAÇÃO E ELETRÔNICA
GRAUS DE AUTOMAÇÃO
FERRAMENTAS MANUAIS
FERRAMENTAS ACIONADAS
QUANTIFICAÇÃO DA ENERGIA
CONTROLE PROGRAMADO
CONTROLE COM REALIMENTAÇÃO NEGATIVA
CONTROLE DA MÁQUINA COM CÁLCULO
CONTROLE LÓGICO DA MÁQUINA
CONTROLE ADAPTATIVO
CONTROLE INDUTIVO
MÁQUINA CRIATIVA
APRENDENDO PELA MÁQUINA
SISTEMAS DE AUTOMAÇÃO
MÁQUINA COM CONTROLE NUMÉRICO
CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL
SISTEMA DE ARMAZENAGEM E RECUPERAÇÃO DE DADOS
ROBÓTICA
SISTEMA DE MANUFATURA FLEXÍVEL
CONCLUSÃO
AUTOMAÇÃO DE UNIDADE DE PRODUÇÃO
INTRODUÇÃO
OBJETIVOS
EQUIPAMENTOS EXISTENTES
MONITORAÇÃO DE DUTOS
OPERAÇÃO DA PLATAFORMA
SALA DE CONTROLE
PAINÉIS LOCAIS
REDE FIELDBUS
MANUTENÇÃO PREDITIVA
OPERAÇÃO DA PLANTA VIA FIELDBUS
CP PARA O CLP

MÓDULO AUTOMAÇÃO DE PROCESSOS INDUSTRIAIS

CONTROLADORES LÓGICOS PROGRAMÁVEIS
INTRODUÇÃO
A AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL
NOÇÕES DE LÓGICA COMBINACIONAL
OPERAÇÕES FUNDAMENTAIS
FUNÇÕES BOOLEANAS
OPERADOR
OPERADOR “OR”
OPERADOR “NOT”
OPERADOR “NAND”
OPERADOR “NOR?”
OPERADOR “XOR”
TIPOS DE SINAIS
SINAIS ANALÓGICOS
SINAIS DIGITAIS
SINGLE BIT
MULTI BIT
DEFINIÇÃO (IEC 1131-1)
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
ASPECTOS DE HARDWARE
FONTE DE ALIMENTAÇÃO
CPU
MEMÓRIAS
INTERFACES DE ENTRADA/SAÍDA
PERIFÉRICOS
TERMINAL INTELIGENTE
MICROCOMPUTADORES
MINI-PROGRAMADORES (TERMINAIS DE BOLSO)
OUTROS PERIFÉRICOS
INTERFACEAMENTO DE PERIFÉRICOS
ASPECTOS DE SOFTWARE
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
SISTEMAS ASSOCIADOS
REDES DE COMUNICAÇÃO
SUPERVISÃO E CONTROLE
ANEXOS
MANUAL DO PC12 DESIGN CENTER VERSÃO 2.0
PROGRAMAÇÃO DA INTERFACE HOMEM-MÁQUINA OP-05/OP-06

MÓDULO LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO

INTRODUÇÃO À LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO LÓGICA
SEQÜÊNCIA LÓGICA INSTRUÇÕES
ALGORITMO
PROGRAMAS
DESENVOLVENDO ALGORITMOS
PSEUDOCÓDIGO
REGRAS PARA CONSTRUÇÃO DO ALGORITMO
FASES
EXEMPLO DE ALGORITMO
TESTE DE MESA
DIAGRAMA DE BLOCO
O QUE É UM DIAGRAMA DE BLOCO?
SIMBOLOGIA
CONSTANTES, VARIÁVEIS E TIPOS DE DADOS
CONSTANTES
VARIÁVEIS
TIPOS DE VARIÁVEIS
DECLARAÇÃO DE VARIÁVEIS
OPERADORES
OPERADORES ARITMÉTICOS
OPERADORES RELACIONAIS
OPERADORES LÓGICOS
OPERAÇÕES LÓGICAS
ESTRUTURA DE DECISÃO E REPETIÇÃO
COMANDOS DE DECISÃO
SE ENTÃO / IF … THEN
SE ENTÃO SENÃO / IF … THEN … ELSE
CASO SELECIONE / SELECT … CASE
COMANDOS DE REPETIÇÃO
ENQUANTO X, PROCESSAR (DO WHILE … LOOP)
ATÉ QUE X, PROCESSAR … (DO UNTIL … LOOP)
PROCESSAR …, ENQUANTO X (DO … LOOP WHILE)
PROCESSAR …, ATÉ QUE X (DO … LOOP UNTIL)
ARQUIVOS DE DADOS
CONCEITOS BÁSICOS
ABERTURA DE ARQUIVOS
FECHAMENTO DE ARQUIVOS
LEITURA DE ARQUIVOS
MOVIMENTAÇÃO DE REGISTROS
GRAVAÇÃO DE ARQUIVOS
MACRO FLUXO
RELATÓRIOS
CARACTERÍSTICAS DO FORMULÁRIO
CONTROLE DE LINHAS E SALTO DE PÁGINAS
IMPRESSÃO DE CABEÇALHO E ESTÉTICA DE PÁGINA
SIMBOLOGIA

MÓDULO TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO EM GRAFCET PARTE 1

INTRODUÇÃO
LÓGICA DIGITAL
OPERADORES LÓGICOS
VARIÁVEIS E FUNÇÕES BOOLEANAS
FUNÇÃO LÓGICA AND
TABELA DE COMBINAÇÕES OU TABELA VERDADE
FUNÇÃO LÓGICA OR
FUNÇÃO LÓGICA NOT
FUNÇÃO LÓGICA NAND
FUNÇÃO LÓGICA NOR
FUNÇÕES BLOCOS LÓGICOS DO MILLENIUM 3
ABA FBD
FUNÇÃO MACRO (DISPLAY ROTATIVO):
CRIAÇÃO DE UM MACRO
SENHA DE PROTEÇÃO
FUNÇÃO BIESTÁVEL
FUNÇÃO SET-RESET
FUNÇÃO BOOLEAN
FUNÇÃO COUNTER
FUNÇÃO UP/DOWN COUNTER
FUNÇÃO TIMER PRESET
FUNÇÃO PROGRAMADOR DE EVENTOS
FUNÇÃO GANHO
FUNÇÃO COMPARAÇÃO
FUNÇÃO GATILHO (TRIGGER)
FUNÇÃO MULTIPLEXADOR/DEMULTIPLEXADOR
FUNÇÃO COMPARAÇÃO EM UMA REGIÃO
FUNÇÃO SOMA/SUBTRAÇÃO
FUNÇÃO MULTIPLICAÇÃO/DIVISÃO
FUNÇÃO TEXT
FUNÇÃO DISPLAY
FUNÇÃO ENTRADA DE COMUNICAÇÃO SERIAL
O FORMATO DA TRANSMISSÃO SERIAL É DEFINIDA DA SEGUINTE MANEIRA
PARA ESCREVER UM NÚMERO NO CLP PROCEDER DA SEGUINTE MANEIRA
FUNÇÃO ARQUIVO
A RESPOSTA DO CONTROLADOR É ESTRUTURADA DA SEGUINTE MANEIRA
FUNÇÃO ARQUIVO
FUNÇÃO MÍNIMO/MÁXIMO:
FUNÇÃO CAM
FUNÇÃO DECIMAL PARA BINÁRIO
FUNÇÃO BINÁRIO PARA DECIMAL
FUNÇÃO STATUS

MÓDULO TÉCNICAS DE PROGRAMAÇÃO EM GRAFCET PARTE 2

ABA FDB_C
FUNÇÃO CONTROLE SEQÜENCIAL DE SAÍDAS
FUNÇÃO CONTADOR EM ALTA VELOCIDADE
RECOMENDAÇÕES PARA UTILIZAR A FUNÇÃO COUNT
MODO TACÔMETRO
PRINCÍPIO DE MEDIÇÃO NO MODO TACÔMETRO
FUNÇÃO STORE (ARMAZENAR)
FUNÇÃO DEMULTIPLEXADOR
FUNÇÃO MULTIPLEXADOR
FUNÇÃO BOOLEN (6 ENTRADAS/2 SAÍDAS)
FUNÇÃO PID ANALÓGICA (PROPORCIONAL/INTEGRAL/DERIVATIVO)
FUNÇÃO PID PWM
FUNÇÃO ESPECIAL DE ESPERA DE UM PASSO DE GRAFCET
FUNÇÃO MOVIMENTAÇÃO DE MOTORES EM GRAFCET (MOVE SFC)
FUNÇÃO MULTIPLEXAÇÃO DE MOTORES (MOTOR MULTIPLEXER)
FUNÇÃO MEMÓRIA (MEM)
FUNÇÃO CONTADOR DE ALTA VELOCIDADE (FAST COUNT)
LIMITAÇÕES RELACIONADAS AO EQUIPAMENTO
VISTA GERAL DA TELA DE PROGRAMAÇÃO
CRIAÇÃO DE UM NOVO APLICATIVO
COMO CONECTAR O CLP AO COMPUTADOR
TRANSFERINDO UM APLICATIVO PARA O CLP
GRAFCET
FUNÇÕES GRAFCET DO MILLENIUM 3
ESTRUTURA DOS SOFTWARES GRAFCET

MÓDULO APLICAÇÕES DE AUTOMAÇÃO

AUTOMAÇÃO
CONTROLE CONTÍNUO AUTOMÁTICO
INTRODUÇÃO
MALHA ABERTA OU FECHADA
AÇÕES DE CONTROLE
CONCLUSÃO
OTIMIZAÇÃO DE CONTROLE
CONTROLE LÓGICO
CONCEITO
DEFINIÇÃO DE CONTROLE DE PROCESSO COM ESTADO DISCRETO
CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA
VARIÁVEIS DE ESTADO DISCRETO
ALARME E INTERTRAVAMENTO
SEGURANÇA DA PLANTA
TECNOLOGIAS DO SISTEMA
ESCOLHA DO SISTEMA
ALARME DO PROCESSO
INTERTRAVAMENTO DO PROCESSO
OPERAÇÃO DO PROCESSO
INTRODUÇÃO
FATORES HUMANOS NO PROJETO
TEMAS EM FATORES HUMANOS
FATORES HUMANOS NA OPERAÇÃO
FUNÇÕES DO OPERADOR DE PROCESSO
ATRIBUTOS MENTAIS DO OPERADOR
AUTOMATIZAÇÃO
MODELO MENTAL DO OPERADOR
REPRESENTAÇÃO ESPACIAL DO SISTEMA PARA O OPERADOR
ESTUDOS DO OPERADOR
ALOCAÇÃO DE FUNÇÃO
ANÁLISE DA TAREFA
DISPLAY DA INFORMAÇÃO
CONTROLE SUPERVISÓRIO E AQUISIÇÃO DE DADOS SCADA
INTRODUÇÃO
APLICAÇÕES
EQUIPAMENTO (HARDWARE)
INTOUCH
FIXDMAX
EQUIPAMENTOS DO SCADA
CENTRO DE CONTROLE
UM EXEMPLO DE PARTIDA DE BOMBA
COMPUTADOR CENTRAL
INTRODUÇÃO
SOFTWARE DO COMPUTADOR CENTRAL
SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS
BASE DE DADOS
MÓDULO DE CÁLCULO
BASE DE DADOS E MÓDULO DE CÁLCULO
SISTEMA DE ALARME
GERENCIADOR DE EVENTOS
RELÓGIO
APRESENTAÇÃO DE TENDÊNCIAS
COMANDO PARTIDA DE BOMBA
COMUNICAÇÕES
INTRODUÇÃO
PROCESSADOR DE COMUNICAÇÕES “FRONT END”
MEIOS DE COMUNICAÇÃO
REDE DE COMUNICAÇÕES DE DADOS
PROTOCOLO DE DADOS
REDUNDÂNCIA DO SISTEMA
CONFIGURAÇÃO DE LINHA TELEFÔNICA
RELATÓRIOS DA ESTAÇÃO
EXEMPLO DE “PARTIDA DE BOMBA”

MÓDULO SISTEMAS DIGITAIS DE CONTROLE DISTRIBUÍDO

INTRODUÇÃO
SISTEMAS DISTRIBUÍDOS
STEC-NVT – SISTEMA DE TANQUES PARA ESTUDOS DE CONTROLE DE NÍVEL, VAZÃO E TEMPERATURA
INSTRUMENTAÇÃO
CONCEPÇÃO DO CONTROLE
ESTRUTURA DA REDE FIELDBUS
IMPLEMENTAÇÃO DA ESTRATÉGIA DE CONTROLE NA REDE FIELDBUS
SISTEMA DE SUPERVISÃO
ATIVIDADES PRÁTICAS
PROCEDIMENTOS DE PARTIDA DO STEC
PROCEDIMENTOS DE PARADA DO STEC
PARÂMETROS DE REFERÊNCIA PARA OPERAÇÃO

MÓDULO CURSO BÁSICO DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS

INTRODUÇÃO AO CONTROLADOR PROGRAMÁVEL
HISTÓRICO
EVOLUÇÃO DAS APLICAÇÕES DOS CP-S
VANTAGENS DOS CP-S
CONCEITO DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO, CARACTERÍSTICA E APLICAÇÕES
PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO
CARACTERÍSTICAS
APLICAÇÕES
ARQUITETURA DE CONTROLADORES PROGRAMÁVEIS
UNIDADES DE ENTRADA
UNIDADE DE ENTRADA DIGITAL:
UNIDADE DE ENTRADA ANALÓGICA
UNIDADE DE LEITURA DE TEMPERATURA
UNIDADES DE SAÍDA
UNIDADE DE SAÍDA
DIGITAL
UNIDADE DE SAÍDA ANALÓGICA
UNIDADE DE PROCESSAMENTO
MEMÓRIAS
WATCHDOG TIMER
INTERFACE DE PROGRAMAÇÃO
INTERFACE HOMEM MÁQUINA
COMUNICAÇÃO
CANAIS DE COMUNICAÇÃO
TAXA DE TRANSFERÊNCIA
PROTOCOLOS DE COMUNICAÇÃO
ESPECIFICAÇÕES DO CLP
CARACTERÍSTICAS GERAIS DO MPC2004
INICIANDO O PROJETO – CONFIGURAÇÃO DO CLP
LINGUAGENS DE PROGRAMAÇÃO
LINGUAGENS TEXTUAIS
TEXTO ESTRUTURADO (STRUTURED TEXT – ST)
LISTA DE INSTRUÇÕES (INSTRUCTION LIST – IL)
LINGUAGENSGRÁFICAS
DIAGRAMA LADDER (LD)
DIAGRAMA DE BLOCOS FUNCIONAIS (FUNCTION BLOCK DIAGRAM – FBD)
FUNÇÕES BÁSICAS
LD
DN
OUT
OUTN
OUTI
OUTIN
SETR
MONOA
MONOD
TMR
CNT
MOVK
O QUE É WINSUP?
DESCRIÇÃO DA INTERFACE COM O USUÁRIO
DESCRIÇÃO DO GERENCIADOR DE PROJETO
DOCUMENTAÇÃO
CONFIGURAÇÃO DE HARDWARE
CONFIGURAÇÃO DA IHM
COMENTÁRIOS DE OPERANDOS
PROGRAMAS E SUBROTINAS
SUPERVISÃO
CRIAÇÃO DE UM NOVO PROJETO
CONFIGURAÇÃO DE HARDWARE
VISUALIZAÇÃO DA CONFIGURAÇÃO DE HARDWARE – DRIVERS: MPC4004 E MPC4004G
VISUALIZAÇÃO DA CONFIGURAÇÃO DE HARDWARE – DRIVERS: MPC4004R E MPC4004T
ALTERANDO OU DEFININDO A CONFIGURAÇÃODE HARDWARE
PROCEDIMENTOS PARA INSERIR E CONFIGURAR PLACAS – DRIVERS: MPC4004 E MPC4004G
INSERINDO UM NOVO BASTIDOR
INSERINDO E CONFIGURANDO UMA PLACA DIGITAL
PROCEDIMENTOS PARA INSERIR E CONFIGURAR PLACAS – DRIVERS
ADICIONANDO OU SUBSTITUINDO UM BASTIDOR
INSERINDO UMA FONTE DE ALIMENTAÇÃO
INSERINDO E CONFIGURANDO UMA CPU
INSERINDO UMA IHM
INSERINDO E CONFIGURANDO UMA PLACA DIGITAL
EXCLUSÃO E SUBSTITUIÇÃO DE EXPANSÕES
EXCLUINDO UMA EXPANSÃO
SUBSTITUINDO UMA EXPANSÃO:
CONFIGURAÇÃO DA TAXA DE COMUNICAÇÃO SERIAL
ELABORAÇÃO DO PROGRAMA DE USUÁRIO
BARRA DE FERRAMENTAS LADDER
DESCRIÇÃO DOS SÍMBOLOS DAS INSTRUÇÕES DE PROGRAMAÇÃO
COMENTÁRIO DE OPERANDOS
ENVIO DO PROGRAMA
SUPERVISÃO
SUPERVISÃO DE LINHAS
SUPERVISÃO DE OPERANDOS

MÓDULO SISTEMAS SUPERVISÓRIOS E SDCD

SISTEMAS DE CONTROLE
EVOLUÇÃO
CONTROLES LOCAIS
CONTROLES CENTRALIZADOS
SISTEMAS DIGITAIS
ARQUITETURAS DE SISTEMAS DIGITAIS
SISTEMAS CENTRALIZADOS
SISTEMAS DIGITAIS DE CONTROLE DISTRIBUIDO-SDCD
COMPARAÇÃO ENTRE SISTEMAS CONVENCIONAIS E SDCD
ESTRUTURA DE UM SDCD
SUB-SISTEMA DE AQUISIÇÃO DE DADOS E CONTROLE
COMPONENTES BÁSICOS DE UMA ESTAÇÃO DE CONTROLE
SUB-SISTEMA DE MONITORAÇÃO E OPERAÇÃO
JANELAS (TELAS)
COMPONENTES BÁSICOS DE UMA ESTAÇÃO DE OPERAÇÃO
SUB-SISTEMA DE SUPERVISÃO E MONITORAÇÃO
COMPONENTES BÁSICOS DO SUBSISTEMA DE SUPERVISÃO E OTIMIZAÇÃO
SOFTWARE SUPERVISÓRIO
ARQUITETURA
BASE DE DADOS
CONFIGURAÇÃO DA INTERFACE DE OPERAÇÃO
CONFIGURAÇÃO DOS MÓDULOS APLICATIVOS
CONFIGURAÇÃO DO MÓDULO DE COMUNICAÇÃO
GRUPO UNISOFT
SELECIONANDO UMA APLICAÇÃO DO UNISOFT
CRIANDO UMA NOVA APLICAÇÃO
APRESENTAÇÃO DO TOOLBAR
CRIANDO UM BARGRAPH
CAPTURANDO UM SÍMBOLO DA BIBLIOTECA
AGRUPANDO VÁRIOS OBJETOS
CONSTRUINDO UM DISPLAY PARA SAÍDA DE DADOS
CRIANDO UM TAG CONTADOR
CRIANDO UM ALGORITMO MATEMÁTICO
CRIANDO UM NOVO TAG NA PLANILHA MATEMÁTICA
CRIANDO UM BOTÃO ON/OFF PARA A BOMBA DO TANQUE
DINÂMICA DE COMMAND
BOTÕES ENCHENDO / ESVAZIANDO
CRIANDO UMA NOVA TELA
CONFIGURANDO UM ALARME
RELACIONANDO UM TAG A UM ALARME
CRIANDO A SAÍDA GRÁFICA

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BÔNUS 3 – KIT ESPECIAL TÉCNICO

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Coletânea Eletrotecnica 2

PROGRAMAS PARA REALIZAR PROJETOS ELÉTRICOS
PLANILHA DE CÁLCULOS BANCO DE CAPACITOR
VIDEOS COMANDOS ELÉTRICOS
LISTA DE PREÇOS LINHA WEG 2013
LEITURA E INTERPRETAÇÃO DE DIAGRAMAS ELÉTRICOS
ATLAS DE ENERGIA ELÉTRICA DO BRASIL
CURSO DE CFTV, ALARMES, CERCA ELÉTRICA
DIMENSIONAMENTO DE PARTIDAS COM LIBREOFFICE
GUIA ARDUINO
PROGRAMA CADE SIMU
PROGRAMA QELECTRO TECH
MANUAIS TÉCNICOS ÁREA ELÉTRICA
CATÁLOGOS TÉCNICOS ÁREA ELÉTRICA
CURSO DE ANÁLISE ESTRUTURAL
PROGRAMA PARA REALIZAR COMANDOS DE CLP COM SIMULADOR
FUNDAMETO DA PROGRAMAÇÃO DO COMPUTADOR
PROGRAMA PARA REALIZAR COMANDOS ELÉTRICOS
CURSO DE TÉCNICAS EM CONSTRUÇÃO CIVIL
APOSTILA DE CONCURSO DE ELETRICISTA COM GABARITO
CURSO DE MONTAGEM E MANUTENÇÃO DE COMPUTADORES
APOSTILAS REFRIGERAÇÃO E CLIMATIZAÇÃO
MANUAL DE FORMULAS TÉCNICAS
MATEMÁTICA FINANCEIRA
CURSO DE PHOTOSHOP
OPERADORES TURBOGERADORES
CURSOS OPERADOR DE CALDEIRA NR13
CURSOS INVERSORES DE FREQUÊNCIA
INS. E CONTROLE DE PROCESSOS
CURSO INFORMÁTICA TRADICIONAL
CURSO HIDRÁULICA INDUSTRIAL
CURSO WEB DESIGNER
SOFTWARES E UTILITÁRIOS
SEGURANÇA DO TRABALHO
DESENHO MECÂNICO
DESENHO TÉCNICO
FÍSICA I, II, III, IV
CURSO DE CÁLCULOS PARA LEIGOS
CURSO CALDEIRA E SOLDAGEM
APOSTILAS CNC E USINAGEM
APOSTILAS PETRÓLEO E GÁS
APOSTILA INGRÊS TÉCNICO
APOSTILA ROBÓTICA

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BÔNUS 4 – MAIS DE 150 SIMULADORES COM ANIMAÇÃO GRÁFICAS

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Coletânea Eletrotecnica 5

SIMULADOR DE PARTIDA DIRETA
SIMULADOR DE PARTIDA REVERSORA
SIMULADOR DE PARTIDA ESTRELA TRIÂNGULO
SIMULADOR DE PARTIDA COMPENSADORA
SIMULADORES DE INSTRUMENTOS DE MEDIDAS
SIMULADORES DE MÁQUINAS
SIMULADORES MÁQUINAS PNEUMATICAS
ENTRE OUTROS…

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BÔNUS 5 – KIT 150 TOPs E-BOOKS 

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BÔNUS 6 – KIT AUTOMAÇÃO BÁSICA EM VÍDEO AULAS

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CURSO CLP SLC500
CURSO COMANDOS ELÉTRICOS
CURSO STEP 7 BÁSICO
CURSO ELETRÔNICA
CURSO INSTRUMENTAÇÃO
CURSO INVERSOR DE FRE. SIMENS
CURSO INVERSOR DE FRE. WEG

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BÔNUS 7 – VÍDEO AULA AUTOMAÇÃO
RESIDENCIAL SEM COMPLICAÇÃO

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Automação Residencial Simples E Flexíveis

RESUMO DA AULA:

APRESENTAÇÃO DA NOVA SOLUÇÃO DE AUTOMAÇÃO, WI CONNECT.
APRESENTAR A SOLUÇÃO WI CONNECT ABORDANDO TECNOLOGIAS E MÉTODOS
DE CONFIGURAÇÃO, INSTALAÇÃO BEM COMO OS DIFERENCIAS DA LINHA.
COMO PROJETAR O SISTEMA E QUAIS OS DIFERENCIAIS EM
RELAÇÃO A UMA ELÉTRICA CONVENCIONAL. INTRODUÇÃO AO CONCEITO,
NO QUAL O CLIENTE CONSEGUE TER CONTROLE TOTAL DA AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL.

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